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quinta-feira, 28 de março de 2013

Toyotismo


Grupo : Breno José , Lawanda Kelly , Yan Pinheiro , Jonathan Brilhante , Alisson Marcena , Ewerton Ribeiro , Bruno Oliveira , Ícaro José .





O que é :
Toyotismo é um sistema de organização voltado para a produção de mercadorias. Criado no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, pelo engenheiro japonês Taiichi Ohno, o sistema foi aplicado na fábrica da Toyota (origem do nome do sistema).  O Toyotismo espalhou-se a partir da década de 1960 por várias regiões do mundo e até hoje é aplicado em muitas empresas.
Toyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão, resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na fábrica da Toyota no Japão (dando origem ao nome) após a Segunda Guerra Mundial , este modo de organização produtiva, elaborado pelo japonês Taiichi Ohnooe que foi caracterizado como filosofia orgânica da produção industrial (modelo japonês), adquirindo uma projeção global.

Principais características do Toyotismo:

- Mão-de-obra multifuncional e bem qualificada. Os trabalhadores são educados, treinados e qualificados para conhecer todos os processos de produção, podendo atuar em várias áreas do sistema produtivo da empresa.
- Sistema flexível de mecanização, voltado para a produção somente do necessário, evitando ao máximo o excedente. A produção deve ser ajustada a demanda do mercado.
- Uso de controle visual em todas as etapas de produção como forma de acompanhar e controlar o processo produtivo.
- Implantação do sistema de qualidade total em todas as etapas de produção. Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao máximo o desperdício de matérias-primas e tempo.
- Aplicação do sistema Just in Time, ou seja, produzir somente o necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária.
- Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às exigências dos clientes.

  História :

              O Japão foi o lugar da automação flexível pois apresentava um ambiente diferente dos EUA: um pequeno mercado consumidor, capital e matéria-prima escassos, e grande disponibilidade de mão-de-obra não-especializada, impossibilitavam a solução taylorista-fordista de produção em massa. A resposta foi o aumento na produtividade na fabricação de pequenas quantidades de numerosos modelos de produtos, voltados para o mercado externo, de modo a gerar divisas tanto para a obtenção de matérias-primas e alimentos, quanto para importar os equipamentos e bens de capital necessários para a sua reconstrução pós-guerra e para o desenvolvimento da própria industrialização.
              No contexto de reconstrução após a Segunda Guerra Mundial, a Coréia do Norte (ocorrida entre 25 de junho de 1950 e 27 de julho de 1953) também foi de grande valia para o Japão, a Guerra provocou inúmeras baixas de ambos os lados e não deu solução à situação territorial até os dias de hoje. Ao decorrer da guerra, os dois lados fizeram grandes encomendas ao Japão, que ficou encarregado de fabricar roupas, suprimentos para as tropas na frente de batalha, além de caminhões Toyota, o que livrou a empresa da falência. Essa medida foi conveniente aos Estados Unidos, já que a localização geográfica do Japão favoreceu o fluxo da produção à Coréia e o aliado capitalista seria importante em meio ao bloco socialista daquela região. A demanda Norte-Americana incentivou a rotatividade da produção industrial e iniciou a reconstrução da economia japonesa.

terça-feira, 26 de março de 2013

Trabalho sobre Toyotismo - Geografia - Lins




O que é Toyotismo? 

Toyotismo é um sistema de organização voltado para a produção de mercadorias. Criado no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, pelo engenheiro japonês Taiichi Ohno, o sistema foi aplicado na fábrica da Toyota (origem do nome do sistema).  O Toyotismo espalhou-se a partir da década de 1960 por várias regiões do mundo e até hoje é aplicado em muitas empresas.

História

O Japão foi o lugar da automação flexível, pois apresentava um ambiente diferente dos EUA: um pequeno mercado consumidor, capital e matéria-prima escassos, e grande disponibilidade de mão-de-obra não especializada, impossibilitavam a solução taylorista-fordista de produção em massa. A resposta foi o aumento na produtividade na fabricação de pequenas quantidades de numerosos modelos de produtos, voltados para o mercado externo, de modo a gerar divisas tanto para a obtenção de matérias-primas e alimentos, quanto para importar os equipamentos e bens de capital necessários para a sua reconstrução pós-guerra e para o desenvolvimento da própria industrialização.

Principais características do Toyotismo:

 -  Mão-de-obra multifuncional e bem qualificada. Os trabalhadores são educados, treinados e qualificados para conhecer todos os processos de produção, podendo atuar em várias áreas do sistema produtivo da empresa.

-  Sistema flexível de mecanização, voltado para a produção somente do necessário, evitando ao máximo o excedente. A produção deve ser ajustada a demanda do mercado. 

-  Uso de controle visual em todas as etapas de produção como forma de acompanhar e controlar o processo produtivo.

-  Implantação do sistema de qualidade total em todas as etapas de produção. Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao máximo o desperdício de matérias-primas e tempo.

-  Aplicação do sistema Just in Time, ou seja, produzir somente o necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária.

-  Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às exigências dos clientes.





Colégio QI Epitácio
Alunos: Bruna Oliveira  –  Fabiana Maia  –  Higor Fernandes  –  Lucas Medeiros
Serie: 2º A no II                            Geografia   -  Lins

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CAPITALISMO COMERCIAL



Capitalismo Comercial


   O surgimento do capitalismo comercial, no início da Idade Moderna, está fundamentado tanto no progresso econômico dos séculos XVI - XIII quanto na crise dos séculos XIV - XV. O primeiro fator contribuiu para a formação da burguesia, o desenvolvimento da vida urbana, o incremento da produtividade agrícola e artesanal, a intensificação do comércio e o despontar de um sistema financeiro. O segundo fator desorganizou de tal maneira a sociedade européia, que tornou necessária a intervenção do Estado, recém-nascido, para superar as dificuldades. 
 
    No século XV, o comércio já era a principal atividade econômica da Europa. Os comerciantes, ou a classe burguesa, já tinham acumulado grandes capitais realizando o comércio com a África e a Ásia, através do mar Mediterrâneo. O capital se tornou a principal fonte de riqueza, substituindo a terra, do período feudal. O capital podia ser acumulado ou obtido: por meio da ampliação cada vez maior do comércio, por meio da exploração do ouro e da prata.A expansão do comércio gerou a necessidade de se aumentar a produção, principalmente a artesanal. Os artesãos mais ricos começaram a comprar as oficinas dos artesão mais pobres e se transformaram em trabalhadores assalariados, onde o número de empregados nas oficinas foi aumentando. 

     A fase de acumulação do capital por meio do lucro obtido com o comércio e, ainda, por meio da exploração do trabalho do homem, seja o assalariado ou o escravo, recebeu o nome de Capitalismo Comercial ou Mercantilismo. Nesta fase do capitalismo, nos séculos XV e XVI, ocorreu a expansão marítimo-comercial. A expansão marítima européia fez ressurgir o colonialismo.Foi o período das Grandes Navegações e descobrimentos, das conquistas territoriais, e também da escravização e genocídio de milhões de nativos da América e da África.

    Grande acumulo de capitais se dava na esfera da circulação, ou seja, por meio do comercio, daí o termo capitalismo comercial para designar o período. A economia funcionava segundo a doutrina mercantilista, que, em sentido amplo, pregava a intervenção governamental na economia, a fim de promover a prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado.
Nesse sentido, defendia a necessidade de acumulação de riquezas no interior dos Estados, e a riqueza e o poder de um país eram medidos pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que possuíam. 

   Esse princípio ficou conhecido como metalismo. Após a descoberta de ouro e prata na América houve um enorme fluxo de metais preciosos para a Europa, sobretudo para a Espanha, Reino Unido e Portugal. Outro meio de acumular riquezas era manter uma balança comercial sempre favorável, daí o esforço para exportar mais que importar, garantido saldos comerciais positivos. Assim, o Estado deveria ser forte para apoiar a expansão marítima e o colonialismo, que garantiram alta lucratividade, já que as colônias eram obrigadas a vender seus produtos às metrópoles a preços baixos e a comprar delas o que necessitavam a preços altos.

É a primeira fase do capitalismo, cujo se deu a expansão marítima onde a burguesia e a nobreza procuravam riquezas ( Ouro, Prata, especiarias, etc) fora das terras européias.
Nesta fase podemos destacar o uso da mão-de-obra assalariada, o uso de moeda, acúmulo de riquezas, etc.
O capitalismo comercial se baseava no comércio como principal fonte de renda, Baseada nas trocas comerciais, cada vez mais internacionalizada, e na colonização das Américas, Africa e Asia.

Grupo:Gladyanny Ferreira Santos , Glaycyanny Ferreira Santos , Jeovanna Rayssa Cardoso Lima , Larissa Ramos Medeiros.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Socialismo Utópico (Trabalho de Geografia)

Trabalho requisitado pelo professor de Geografia Aldenir Lins ao 2º ano II.

Alunas: Jéssica Marcena, Élida Felinto, Gercileide Henrriques, Gabriella Marques, Júlia Cordeiro, Barbara Alcântara.


Socialismo Utópico é a primeira corrente do moderno pensamento filosófico socialista, surgida no primeiro quartel do século XIX e que desenvolvia conceitos e ideias definidas como utópicas para os pensadores socialistas que surgiriam posteriormente. Estes primeiros pensadores do moderno socialismo não reconheciam autoridade externa, além de subordinar a religião, a ciência, sociedade e instituições políticas a
 uma drástica e permanente crítica. Tudo o que era produzido pela humanidade deve justificar sua existência, ou seja, demonstrar sua utilidade ou então ser combatida até que deixasse de existir. A razão era a medida de todas as coisas. À toda forma de tradição, sociedade, governo, costume ou similar existente, toda velha noção tradicional deveria ser considerada irracional e combatida. O cenário de nascimento do socialismo utópico, a França do início do século XIX, abundavam as crises provocadas pelo avanço do sistema liberal, que produzia miséria em série, proporcionando precárias condições de vida aos cidadãos que então chegavam recentemente do meio rural. A jornada de trabalho absurda e o uso de mão de obra infantil completavam o cenário de horror que a Revolução Industrial criou inadvertidamente.
Nesse ambiente onde as promessas da Revolução Francesa acabaram de certo modo por não se concretizar, onde a única liberdade existente era a de mercado, com o capitalista tendo passe livre para realizar a exploração do trabalhador comum.
De tal decepção e frente à uma realidade desesperadora, surgem os questionamentos por parte dos intelectuais. De uma dessas correntes de questionamentos temos a origem do socialismo utópico.
O termo “utopia” é um resgate literário do título do livro de Thomas Morus, de 1516, e tal expressão passa assim a designar toda filosofia defensora da igualdade social, onde era pregado um modelo idealizado, mas a “receita” para se atingir tal caminho não era discutida.
Autores como Marx mais tarde iriam distanciar-se de certo modo de tais fórmulas, rotulando-a de burguesas, assim como fariam outros pensadores de esquerda contemporâneos a ele, pois os pensadores do socialismo utópico tinham como expectatva a “iluminação” ou súbita consciência dos indivíduos das classes dominantes de, um determinado dia, esclarecidos da desigualdade e falibilidade do sistema em voga, fariam então as reformas que dariam igualdade social a todos os cidadãos. Marx e os socialistas modernos obviamente não viam desse modo a composição e funcionamento da sociedade em geral, e muito menos esperavam pela benesse das classes dominantes em um dia distribuir igualdades às suas respectivas populações.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

O avanço tecnológico e o aumento do desemprego

Atividade solicitada pelo Professor de geografia Aldenir Lins ao 2º ano II, com o objetivo de demonstrar a relação entre o avanço tecnológico e o desemprego.

Grupo: Júlia Cordeiro, Bárbara de Alcântara e Davi Azevedo.

              Como muitas pessoas sabem, o desemprego é uma consequência dos avanços tecnológicos que chegaram juntamente com a revolução industrial. Sabendo disto, devemos citar que a máquina substituiu o trabalho do Homem, dando inicio ao desemprego. O mundo sempre está a evoluir, com qualificação no mercado de trabalho, as pessoas podem controlar estas máquinas como emprego.
               A pesar do número de funções, antes exercidas pelo ser humano, estar diminuindo porque as máquinas fazem o trabalho com mais praticidade, existe hoje uma falta de pessoas capacitadas para manuseio e manutenção destas máquinas. A exemplo da Petrobras, que faz regularmente concursos para distribuir bolsas de estudo como incentivo para jovens se qualificarem e operarem em suas máquinas em alto-mar.
              Sendo assim, a substituição do trabalho humano pelo trabalho de máquinas foi um ponto negativo até alguns anos atrás, mas por outro lado, está sempre abrindo oportunidades para jovens, a medida que evolui.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Trabalho de Geografia (Aldenir Lins) "Avanço tecnológico e desemprego como consequência."


QI-Epitacio                                                                            Professor:Lins                Grupo:Agnubson,Dernival,Iann,Jorge,Joyce,Matheus,Salomão.                                                                                          


 João Pessoa 18/05/2012.



Avanço tecnológico e desemprego como consequência.

No mundo atual a tecnologia está presente em tudo, desde o chinelo ate a mais moderna aeronave, um mundo em que as pessoas não precisão sequer ir ate a empresa pra realizar uma reunião, elas podem simplesmente ligar seu computador e se comunicar em tempo real com som e imagem sem sair de casa. Esta evolução tecnológica pode ser uma grande oportunidade com muitos efeitos positivos mais como tudo existe seu lado negativo ela pode ser uma grande ameaça ao seu próprio criado, ao longo da história o homem vem desenvolvendo ferramentas e equipamentos para que ele melhor possa viver mais então esta evolução surtiu efeitos contrários como desemprego pelo analfabetismo tecnológico, poluição, desemprego em razão da automação e etc.
O homem nunca será inteiramente substituído pela máquina porque por traz de uma máquina existe um homem no comando e as máquinas simplesmente facilitam o trabalho do homem diminuindo a mão de obra humana, no entanto enquanto empregos são extintos outros vários surgem com um requisito básico o conhecimento técnico mais avançado do cargo.
O mercado de trabalho passa por profundas transformações, causadas pela globalização e pelo fantástico progresso tecnológico dos últimos vinte anos. Por isso,  o presente estudo pretende discutir a relação entre a tecnologia, a globalização,  desemprego e Direito.

Desde a Primeira Revolução Industrial (primeira metade do século XIX), constata-se a influência da máquina na garantia de trabalho do operário.
Com o passar dos anos, com novas tecnologias e com o impacto do capitalismo, onde o lucro é à base de tudo, o trabalhador foi perdendo espaço e começou a ser gerado o desemprego.
Esse desemprego é um problema que aumenta vertiginosamente e traz consigo um aglomerado de problemas a sociedade. Por isso, um dos objetivos deste trabalho é questionar até que ponto, a tecnologia pode ser boa para a sociedade e ao trabalhador em especial. Não se pode negar os benefícios da tecnologia para a qualidade de vida e o progresso da humanidade, entretanto, também não se pode ingenuamente pensar que  tal fenômeno não apresenta efeitos indesejados e um alto custo social. Segundo Rifkin (2001, p.51) “a tecnologia seria o novo escravo, libertando a humanidade para brincar, desperdiçar tempo ou perseguir uma vocação maior”. Contudo tal expectativa não condiz com a realidade da maior parte da população mundial.
Pode-se considerar como uma visão simplista, atribuir o problema do desemprego somente ao avanço tecnológico. Como já foi mencionado, o desemprego é um problema altamente complexo, uma vez que este é causado por uma gama de fatores, os quais refletidos na sociedade produzem consequências desastrosas e imprevisíveis. Cabe, antes de tudo, aos poderes governamentais, voltarem-se verdadeiramente para o problema e verificar que o número de desempregados cresce a cada dia. Quem está empregado hoje pode não estar mais amanhã.
Não há mais estabilidade ou tranquilidade para exercer qualquer atividade produtiva. Os trabalhadores encontram-se num jogo de competição, de tensão, de apreensão constante, onde é necessária uma corrida de atualização constante para de esta forma tentar manter-se empregado ou empregável.
O desempregado fica exposto à miséria, sem acesso à bem nenhum e, portanto, na prática, sem direitos. Principalmente o mais importante deles, o direito a vida. Se questionar que o indivíduo desempregado fica sem seus direitos fundamentais, pois nenhuma providência é tomada para lhe fornecer acesso à saúde, alimentação, moradia e outras coisas dos quais o estado neoliberal cada vez mais se “esquece”. O indivíduo fica dependente somente de suas próprias forças, que no caso do desempregado é simplesmente nenhuma. Quando ele tenta se apossar desesperadamente desse direito, então passa a ser um marginal, o que se percebe é que a sociedade paga por erros do sistema neoliberal e do capitalismo. Sem falar do governo que deveria atuar de forma mais social, mas que sem a menor dúvida só age se o capital  permitir.
Essa nova pobreza representa uma queda da classe média, e representa um declínio desastroso da classe mais baixa. O que se percebe é que as pessoas estão cada vez mais pobres, ou seja, os que podem sobreviver ao capitalismo globalizado são muito ricos, enquanto uma maioria é jogada para fora desse sistema, sofrendo com os mais perversos problemas sociais. “A globalização é, ao mesmo tempo, uma fonte de acumulação de novas riquezas e um dínamo de produção de pobreza e marginalização social”.







sexta-feira, 18 de maio de 2012

Geografia - Lins


A tecnologia e suas consequências no trabalho


Hoje, com a nova tecnologia os trabalhadores da produção são obrigados a produzir mais. Quanto mais planejamento um trabalhador é capaz de realizar e quanto mais responsabilidade puder assumir pelo que faz, maior será a produtividade. As máquinas novas estão trazendo um aumento de produtividade incrível. Só que em compensação o número de empregos oferecidos diminuiu. Entre o perfil desejado pelas organizações estão os talentos com alto potencial de desenvolvimento. É preciso ter conhecimentos, habilidades e atitudes. Ter só um potencial não basta.
Essas exigências do futuro estão ligadas à revolução do conhecimento. Através dela o ambiente de trabalho mudou e está tornando-se, cada vez mais, fruto da produtividade. Agora se utiliza pouca mão-de-obra, pois a tecnologia exige poucos empregos. Eles são poucos, mas não é para qualquer pessoa trabalhar. Os trabalhadores que não conseguem seus empregos acabam ficando frustrados.
O grande desafio no ambiente de trabalho, hoje, é ampliar a qualidade de vida. Pois, finalmente algumas empresas estão começando a aprender que devem investir nas pessoas. Não se deve esquecer também que é o ambiente organizacional que determina se as pessoas querem ou não continuar na empresa.
O avanço do conhecimento e da tecnologia não foi acompanhado pelo avanço da qualidade de vida. O conforto das pessoas melhorou, mas diminuíram as relações familiares, o afeto/carinho, o amor e o grau de felicidade. O ser humano está ficando mais informado, informatizado, educado, tecnológico, culto, globalizado, estressado e neurótico.
Com a revolução do conhecimento houve um choque e cresceram as doenças psicológicas como o medo, a ansiedade, a angústia, a falta de paciência e a depressão. Temos, então, um ser humano frágil, precisando de ajuda psicológica. Para poder sobreviver hoje o homem deve ter uma conduta sadia num ambiente louco, aprender a usar a inteligência emocional ao tomar decisões, pensar grande e ter um projeto de vida, fazer o que gosta para gostar do que faz e ter atitude.
A nova tecnologia é boa por um lado por diminuir as tarefas do homem, mas por outro lado exige mais dele. Para operar uma máquina são necessárias habilidades como: atenção, coordenação, bom reflexo e boa visão. Sem falar o tanto que se precisa ficar atento aos movimentos da máquina para saber a hora certa de colocar o produto. Muitas vezes, isso acaba ocasionando um desgaste mental também. Com as máquinas o homem se vê obrigado a produzir mais peças em tempo menor que o habitual. As empresas acabam esquecendo o lado mental do funcionário que precisa ser cuidado e não investe nos recursos humanos.
Para Connellan (1984) a maior parte dos problemas da organização está no desempenho humano e na maior atenção e os recursos são dados as máquinas. Hoje há empresas que já adotaram como forma de trabalho o método da revisão de serviços de uma máquina. Drucker (1981) diz que o homem é diferente das máquinas por não se adaptar bem à execução de uma única tarefa, faltando força e energia. Vê o homem como uma máquina mal projetada se sobressaindo apenas na coordenação. Faz, portanto, uma crítica ao homem dizendo que ele não está preparado para executar uma máquina. Penso que o homem não está preparado, muitas vezes, para executar o serviço de uma máquina pelo fato de não ter habilidades e conhecimentos suficientes para a função e pela organização não ter lhe preparado o suficiente para os avanços da tecnologia.
Connellan (1984) diz que os materiais para solucionar o desempenho humano são muitos, mas faltam informações aos gerentes de como analisá-los. Quando há problemas de desempenho temos que analisá-los e buscar soluções, mas antes é preciso elaborar respostas para cada pergunta.
Ainda para o mesmo autor os membros das organizações deixam de mostrar sua eficácia máxima por não conhecerem o resultado esperado deles. Não possuindo noção da meta a ser alcançada, da finalidade de seu trabalho ou se estão atingindo a meta com eficácia. Todas as organizações precisam tomar consciência da importância de se adotar um sistema de avaliação de desempenho dos funcionários para solucionar parte de seus problemas.

Connellan (1984) ressalta, ainda, que a produtividade não é uma questão mecânica, mas uma questão de pessoas, envolvendo a psicologia do comportamento humano. Para haver produtividade as pessoas precisam estar bem. O estado das máquinas, ferramentas e materiais influenciam o desempenho das pessoas no trabalho. Quando não estão bem conservadas pode causar desânimo no profissional. Afinal, se os equipamentos não estão bons e vivem quebrando não há como alcançar a qualidade e a produtividade do produto. Com materiais nesse estado não há como os funcionários mostrarem a qualidade de seu trabalho. O mesmo ocorre quando a empresa não investe em tecnologia. Num ambiente organizado, limpo, arejado e iluminado se produz e trabalha melhor. É preciso investir na qualidade de vida dos funcionários.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Postagem Geografia/2º ano II/Grupo: Agnubson Medeiros, Dernival Tavares, Iann Cristy, Jorge Gomes, Joyce Jovelina, Matheus Assef e Salomão Pereira


Introdução

            Podemos definir reforma agrária como um sistema em que ocorre a divisão de terras, ou seja, propriedades particulares (latifúndios improdutivos) são compradas pelo governo a fim de lotear e distribuir para famílias que não possuem terras para plantar. Dentro deste sistema, as famílias que recebem os lotes, ganham também condições para desenvolver o cultivo: sementes, implantação de irrigação e eletrificação, financiamentos, infra-estrutura, assistência social e consultoria. Tudo isso oferecido pelo governo.
A reforma agrária se faz necessária no Brasil, pois a estrutura fundiária em nosso país é muito injusta. Durante os dois primeiros séculos da colonização portuguesa, a metrópole dividiu e distribui as terras da colônia de forma injusta. No sistema de Capitanias Hereditárias, poucos donatários receberam faixas enormes de terra (pedaços comparados a alguns estados atuais) para explorar e colonizar. Desde então, o acesso a terra foi dificultado para grande parte dos brasileiros. O latifúndio (grande propriedade rural improdutivo) tornou-se padrão, gerando um sistema injusto de distribuição da terra. Para termos uma idéia desta desigualdade, basta observarmos o seguinte dado: quase metade das terras brasileiras está nas mãos de 1% da população.

Para corrigir esta distorção, nas últimas décadas vem sendo desenvolvido em nosso país o sistema de reforma agrária. Embora lento, já tem demonstrado bons resultados. Os trabalhadores rurais organizaram o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que pressiona o governo, através de manifestações e ocupações, para conseguir acelerar a reforma agrária e garantir o acesso à terra para milhares de trabalhadores rurais.

          Cabe ao governo todo o processo de reforma agrária através de um órgão federal chamado INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Ao contrário do que muitos pensam, a reforma agrária é realizada em nosso país dentro das leis vigentes, respeitando a propriedade privada e os direitos constituídos. Não visa apenas distribuir terras, mas sim garantir, aos pequenos agricultores, condições de desenvolvimento agrário e produtividade, gerando renda e melhores condições de vidas para as famílias assentadas.
Você sabia?
- No dia 17 de abril comemora-se o Dia Nacional da Luta pela Reforma Agrária.
- No dia 30 de novembro comemora-se o Dia da Reforma Agrária.

Geografia - Lins


Reforma Agrária

Reforma agrária é a reorganização da estrutura fundiária com o objetivo de promover a distribuição mais justa das terras.
Origens da terra no Brasil

Após o descobrimento estabeleceu-se a estratégia de ocupação de terras, abundantes e com pouca mão-de-obra local. As plantações ("grande lavoura") voltaram-se para a exportação e a mão-de-obra advinha da escravidão dos negros trazidos da África. Apesar da abundância, o acesso à terra sempre foi dificultado pela presença perene do "proprietário" e, conforme Celso Furtado, foram exploradas pela chamada "empresa agrícola-comercial", consequência da expansão comercial européia. A pecuária apareceu pela demanda de carne e animais de tração e carga tanto da empresa agro-mercantil quando da posterior exploração mineira e ao contrário das plantações, os produtos destinavam-se à subsistência e ao consumo interno.
As primeiras concessões de terras brasileiras foram feitas a homens de recursos, ou seja, economicamente poderosos, capazes de assumirem custos com grandes instalações e aquisição de escravos. A nova população de homens livres que chegava não tinha acesso as terras, que já possuiam donos. Tornavam-se assim dependentes dos grandes proprietários, trabalhando como artesãos, soldados ou aventureiros, o que permitia que o controle da terra fosse mantido. O pequeno plantador se transforma em morador e os sitiantes se tornavam empreiteiros para derrubadas ou agregados para tarefas auxiliares das empresas. Celso Furtado cita a doação de terras para cafezais no Espírito Santo às famílias quase todas de descendência alemã que ficaram sob o controle dos comerciantes que acabaram por monopolizar a terra.[1] Esse autor afirma que "a propriedade da terra foi utilizada pra formar e moldar um certo tipo de comunidade, que já nasce tutelada e a serviço dos objetivos da empresa agro-mercantil".[2] O que explica que a massa escrava liberta também se transformaria em comunidades tuteladas, sem afetar muito os negócios da empresa agro-mercantil no país nesse sentido se insere a afirmação de autores que qualificaram o latifúndio como um sistema de poder, pela manutenção do controle da terra

Métodos e estratégias

Há divergências teóricas sobre o método a se seguir para a redistribuição da terra. Na história do Brasil, houve a proposta da Reforma Agrária, que sugere a distribuição feita institucionalmente, além de vertentes que propõem uma Revolução Agrária, consistindo numa reforma feita pela força.
No Brasil, a Constituição de 1988 garante a desapropriação do latifúndio improdutivo para finalidade pública e interesse social, como a desapropriação da terra com finalidade de reforma agrária ou para a criação de reservas ecológicas, não sendo permitida, no entanto, a desapropriação de propriedades que tenham sido invadidas. É feita indenização aos ex-proprietários. Um aspecto frequentemente criticado nesse sistema é a falta de ajuda financeira para os camponeses assentados, o que muitas vezes acaba por gerar um novo êxodo rural.
Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para centros urbanos.
Existem diversos exemplos de países que realizaram reforma agrária dentro do jogo político institucional. A Itália é um exemplo: no país, o imposto sobre os grandes latifúndios foi aumentado. Isso estimulou grandes proprietários a venderem suas terras a pequenos produtores, que recebiam empréstimos a baixos juros do governo italiano.
Em outras experiências políticas, como a da República Popular da China, a revolução teve seu ensejo através da revolução agrária e posteriormente com uma guerra civil de 20 anos. Nesse cenário, a distribuição da terra se deu pela expropriação violenta do latifúndio feita pelos próprios camponeses. Com a ascensão de Mao Tsé-tung, os proprietários de terras foram aniquilados para que a distribuição fosse terminada. Outro cenário semelhante ocorreu na Revolução Soviética e na Revolução Cubana, onde os latifundiários foram expropriados sem indenizações.
Nos Estados Unidos, com o fim da Guerra de Secessão em 1865 o partido republicano fez uma tentativa de reforma agrária no país, que daria aos negros libertados terras com 40 acres e uma mula.
No Brasil, em dois momentos históricos do século XX, os movimentos campesinos defenderam a tese da revolução agrária. O primeiro se deu entre os anos de 1920 e 1930, com a Coluna Prestes e a criação do PCB. Outro momento se deu na década de 1960, com a criação das Ligas Camponesas (com o lema "Reforma Agrária na lei ou na marra") e no episódio da Guerrilha do Araguaia.

Estrutura fundiária

No Brasil, país onde as desigualdades no campo estão entre as maiores do mundo (1% de proprietários detém cerca de 50% das terras), existe o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que é o órgão governamental responsável pela gestão desses problemas.

Polêmicas

Para os defensores da reforma agrária, a redistribuição fundiária (espaço físico) e reforma agrícola (atividade econômica e social) é considerada essencial para o desenvolvimento econômico e social de um país. Ela daria oportunidade às populações rurais carentes, os camponeses pobres que não têm condições de prover sua subsistência. Ao mesmo tempo, transferiria terras improdutivas dos grandes proprietários, que não as aproveitam apropriadamente, as fornecendo aos pequenos agricultores, o que levaria ao aumento de sua produtividade.
Segundo os críticos, a possibilidade de desapropriação geraria insegurança entre os proprietários, desestimulando investimentos na produção.
Parte das críticas são alimentadas pelo fato que já foram verificadas ilegalidades no processo, como casos de agricultores que são agraciados com terras mas que já possuem propriedades. Há também muitos casos de assentados que abandonam suas terras ou as vendem após sua obtenção. Geralmente este fato ocorre motivado pela desistência do trabalho agrícola, cujos titulares têm preferido engrossar as fileiras das tendas nas margens das rodovias, sobretudo porque é ali que recebem mais substancialmente a ajuda governamental.

Movimentos Sociais no Brasil

No Brasil, existem vários movimentos organizados por camponeses, o que mais se destaca é o MST (Movimento Sem Terra), cuja proposta é a melhor divisão das terras brasileiras, exigindo que o governo federal propicie medidas complementares ao simples assentamento, como a eletrificação e irrigação do campo, concessão de créditos rurais e execução de programas que visem estimular a atividade agrária e a subsistência do agricultor e de sua família.

Trabalho de Geografia do Professor: Lins


Qi – Questão de Inteligencia
Disciplina: Geografia
Professor: Lins
Série: 2º                     Turma: II                   Turno: Manhã
Grupo: Gabriely Pontes, Claudanderson Lima, Amanda Serrano, Bárbara Hellen, Kaio Gullyver, Larissa Linhares, Franciane Lisboa.

Assunto: Reforma Agrária

Introdução- Reforma agrária é um sistema em que ocorre a divisão de terras, ou seja, propriedades particulares que são compradas pelo governo a fim de lotear e distribuir para famílias que não possuem terras para plantar. Dentro deste sistema, as famílias que recebem os lotes, ganham também condições para desenvolver o cultivo: sementes, implantação de irrigação e eletrificação, financiamentos, infraestrutura, assistência social e consultoria. Tudo isso oferecido pelo governo.

Desenvolvimento- A reforma agrária tem por objetivo proporcionar a redistribuição das propriedades rurais, ou seja, efetuar a distribuição da terra para a realização de sua função social. Esse processo é realizado pelo Estado, que compra ou desapropria terras de grandes latifundiários e distribui lotes de terras para famílias camponesas.

Conforme o Estatuto da Terra, criado em 1964, o Estado tem a obrigação de garantir o direito ao acesso à terra para quem nela vive e 
trabalha. No entanto, esse estatuto não é posto em prática, visto que várias famílias camponesas são expulsas do campo, tendo suas propriedades adquiridas por grandes latifundiários.

No Brasil, historicamente há uma distribuição desigual de terras. Esse problema teve início em 1530, com a 
criação das capitanias hereditárias e do sistema de sesmarias. Essa política de aquisição da terra formou vários latifúndios. Em 1822, com a independência do Brasil, a demarcação de imóveis rurais ocorreu através da lei do mais forte, resultando em grande violência e concentração de terras para poucos proprietários, sendo esse problema prolongado até os dias atuais.

A realização da reforma agrária no Brasil é lenta e enfrenta várias barreiras, entre elas podemos destacar a resistência dos grandes proprietários rurais (latifundiários), dificuldades jurídicas, além do elevado custo de manutenção das famílias assentadas, pois essas famílias que recebem lotes de terras da reforma agrária 
necessitam de financiamentos com juros baixos para a compra de adubos, sementes e máquinas, os assentamentos necessitam de infra-estrutura, entre outros aspectos. Porém, é de extrema importância a realização da reforma agrária no país, proporcionando terra para a população trabalhar, aumentando a produção agrícola, redução das desigualdades sociais, democratização da estrutura fundiária, etc.

Nesse contexto, o Movimento dos 
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) exerce grande pressão para a distribuição de terras, sendo a ocupação de propriedades consideradas improdutivas sua principal manifestação.

As propriedades rurais destinadas para a reforma agrária podem ser obtidas pela União de duas formas: expropriação e compra. A expropriação é a modalidade original para a obtenção de terras para a reforma. Está prevista na Lei 8.629/93, que diz: “a propriedade rural que não cumprir a função social é passível de desapropriação”. Quem estabelece se uma propriedade cumpre sua função social prevista na lei é o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que a partir de índices de produtividade predeterminados avalia se a terra é produtiva ou não.

A outra forma de aquisição da propriedade rural para fins de reforma agrária é a compra direta de terras de seus proprietários. Conforme dados do INCRA, de 2003 a 2009, o Governo do Brasil comprou mais de 40 milhões de hectares para realizar a reforma, enquanto a expropriação atingiu apenas 3 milhões de hectares.

A obtenção de terras através da compra é muito criticada, pois a União, ao pagar pelo imóvel rural, proporciona as condições para permitir a reconversão do dinheiro retido na terra em dinheiro disponível para os capitalistas-proprietários de terra.

Conforme dados do INCRA, o Brasil destinou mais de 80 milhões de hectares para fins da reforma agrária, realizando o assentamento de, aproximadamente, 920 mil pessoas.

Conclusão- Nós do Grupo concluímos que, a reforma agrária tem por objetivo promover distribuição da terra estabelecimento de um sistema de relações entre o homem, a propriedade rural e o uso da terra, que atenda aos princípios da justiça e o aumento da produtividade, garantido o progresso do trabalhador rural e o desenvolvimento do país. Temos como figuras do direito agrário o proprietário, possuidor, grileiro, arrendamento, parceiro, detentor. É de necessidade e importância que seja feita a reforma agrária para que os confrontos cheguem ao fim e os brasileiros tenham as terras melhor distribuídas.

Trabalho de Geografia
 Grupo: Élida Felinto, Jéssica Marcena, Gercileide Henriques, Pâmella Andrade, Cinthya Adelaide, Brenda Brennand e Gabriella Marques. 2º ano II
 Professor: Lins 

Reforma Agrária
  
 A reforma agrária surgiu com a função social de promover a distribuição de terras do espaço rural. O Estado realiza o processo, quando compra ou desapropria grandes proprietários de terras, terras que na maioria das vezes, não são utilizadas, e são passadas para famílias camponesas.
      Segundo o Estatuto da Terra o Estado é obrigado a garantir o direito de acesso a terra para quem vive e/ou trabalha nela. Porém, esta idéia não é praticada, já que várias famílias são expulsas do campo tendo suas terras apossadas por grandes latifundiários.
      Desde 1530 o Brasil o problema das terras mal distribuídas, é praticamente graças as capitanias hereditárias, e ao sistema de sesmarias. Desde 1822, quando o Brasil tornou-se independente, a desmarcação de terra ocorreu pela lei do mais forte, gerando a concentração de terras para poucos proprietários e violência, que é um problema até dos dias atuais.
      O desenvolvimento da reforma agrária no Brasil é lento, por conta da resistência dos grandes latifundiários, das dificuldades jurídicas, alem dos altos custos de manutenção das famílias assentadas, que precisam de financiamentos com baixos juros para a compra de adubos, sementes e máquinas, os assentamentos necessitam de infraestrutura, e etc..
      É muito importante a reforma agrária no pais, porque promoverá terra para a população trabalhar, aumentando a produção agrícola, democratizando a estrutura fundiária e acabando com a desigualdade social do país.
      O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) exerce grande pressão para com a distribuição de terra tendo como o principal motivo, a ocupação de propriedades consideradas improdutivas.
      A reforma agrária obtém as propriedades por forma de compra, ou desapropriação. A forma de compra é feita diretamente das terras dos proprietários. Que de acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de 2003 a 2009 o Governo brasileiro comprou mais de 40 milhões de hectares para realizar a reforma, enquanto a expropriação atingiu apenas 3 milhões de hectares.
      A obtenção de terras através da compra é bem criticada, pois a União, ao pagar pelo imóvel rural, proporciona as condições para permitir a reconversão do dinheiro retido na terra em dinheiro disponível para os capitalistas proprietários de terra
      Já a desapropriação é a modalidade original de obter as propriedades, já que a Lei 8.629/93 diz o seguinte “propriedade rural que não cumprir a função social é passível de desapropriação”. Quem compra uma propriedade, e cumpre a função social, dada pela Lei é o INCRA, que pelos índices de produtividade predeterminados, avalia se a terra é ou não do tipo produtiva.
      Segundo dados do INCRA o Brasil destinou mais de 80 milhões de hectares em função da reforma agrária, que realizou o assentamento de cerca de 920 mil pessoas.    

domingo, 1 de abril de 2012

Trabalho referente á disciplina Geografia ,orientada pelo professor Lins, sobre a Reforma Agrária ,visto que realizada o estudo ,pela equipe :Bárbara de Alcântara , Jeovanna Cardoso , Júlia Cordeiro ,Gladyanny Ferreira , Glaycyanny Ferreira , Larissa Ramos , Laura Rayssa


A reforma agrária tem por objetivo proporcionar a redistribuição das propriedades rurais, ou seja, efetuar a distribuição da terra para a realização de sua função social. Esse processo é realizado pelo Estado, que compra ou desapropria terras de grandes latifundiários (proprietários de grandes extensões de terra, cuja maior parte aproveitável não é utilizada) e distribui lotes de terras para famílias camponesas.

Conforme o Estatuto da Terra, criado em 1964, o 
Estado tem a obrigação de garantir o direito ao acesso à terra para quem nela vive e trabalha. No entanto, esse estatuto não é posto em prática, visto que várias famílias camponesas são expulsas do campo, tendo suas propriedades adquiridas por grandes latifundiários.

No Brasil, historicamente há uma distribuição desigual de terras. Esse problema teve início em 1530, com a criação das capitanias hereditárias e do sistema de sesmarias (distribuição de terra pela Coroa portuguesa a quem tivesse condições de produzir, tendo que 
pagar para a Coroa um sexto da produção). Essa política de aquisição da terra formou vários latifúndios. Em 1822, com a independência do Brasil, a demarcação de imóveis rurais ocorreu através da lei do mais forte, resultando em grande violência e concentração de terras para poucos proprietários, sendo esse problema prolongado até os dias atuais.

A realização da reforma agrária no Brasil é lenta e enfrenta várias barreiras, entre elas podemos destacar a resistência dos grandes proprietários rurais (latifundiários), dificuldades jurídicas, além do elevado custo de manutenção das famílias assentadas, pois essas famílias que recebem lotes de terras da reforma agrária necessitam de financiamentos com juros baixos para a compra de adubos, sementes e máquinas, os assentamentos necessitam de infraestrutura, entre outros aspectos. Porém, é de extrema importância a realização da reforma agrária no país, proporcionando terra para a 
população trabalhar, aumentando a produção agrícola, redução das desigualdades sociais, democratização da estrutura fundiária, etc.
Nesse contexto, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) exerce grande pressão para a distribuição de terras, sendo a ocupação de propriedades consideradas improdutivas sua principal manifestação.

As propriedades rurais destinadas para a reforma agrária podem ser obtidas pela União de duas formas: expropriação e compra. A expropriação é a modalidade original para a obtenção de terras para a reforma. Está prevista na Lei 8.629/93, que diz: “a propriedade rural que não cumprir a função social é passível de desapropriação”. Quem estabelece se uma propriedade cumpre sua função social prevista na lei é o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que a partir de índices de produtividade predeterminados avalia se a terra é produtiva ou não.