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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Envelhecimento da população Brasileira - Geografia - 1 ano II

Grupo: Hugo Keyserling, Antônio Pablo Lopes, Wesley Gabriel, Bruno Calaça, Breno José e Ícaro José.

O envelhecimento populacional do Brasil é , hoje, uma fenômeno mundial. O brasileiro pode viver até 80 anos de idade, isso quer dizer que a capacidade do País em gerar estrutura para a população veio desenvolvendo cada vez mais. Podemos relatar que até a geração idosa está envelhecendo, um bom sinal para o país. A infra-estrutura do Brasil está adaptando-se ao novo fenômeno, no caso, o envelhecimento.

O processo que está ocorrendo vai alterar vidas, estruturas familiares e toda a sociedade. Isso tem sido resultado de políticas e incentivos da sociedade, pelo estado e do progresso tecnológico. Tendo em vista as preocupações, estão acarretando a transferência de recursos à sociedade, inserindo desafios para o país. Não deixando passar, o fato da Previdência Social, botando em risco não somente a segurança econômica dos idosos, mas o próprio crescimento econômico. Vamos alavancar Brasil!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Trabalho de Geografia - Prof ° Lins


Grupo : Maria Clara , Thaissa C. , Iasmin C. , Rayanne K. , Amanda A. 
Série : 1° ano ll 


Dados sobre o envelhecimento da população brasileira apontam nova transição demográfica

Dados apontam mudanças na faixa etária da população

O indicador demográfico referente à proporção de idosos na população brasileira (Ind010103), publicado pelo Observatório sobre Iniquidades em Saúde da Fiocruz, com base na Pesquisa Nacional de Domicílios (PNAD), aponta para o crescimento na proporção de idosos entre 2001 e 2009. Em 2009, a macrorregião com maior proporção de pessoas com 60 anos ou mais é a Sudeste (12,7%), seguida pela Sul (12,3%), Nordeste (10,5%), Centro-Oeste (9,5%) e Norte (7,3%). Ao longo desse período (2001-2009) houve um aumento de aproximadamente 25% na proporção de idosos, principalmente na região Sudeste, e de quase 40% na região Centro-Oeste.
No Brasil, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais no total da população em 2009 é de 11,3%, porém na população com até 7 anos de escolaridade essa proporção é de aproximadamente 30%, o que representa uma baixa escolaridade desse grupo em relação aos demais grupos etários. Essa proporção de idosos aumentou cerca de 30% na população com 0 a 3 anos de escolaridade entre 2001 e 2009 e aproximadamente 50% na população com 4 a 7 anos de escolaridade.
O aumento da proporção de idosos nessas categorias de escolaridade mais baixa ocorreu porque nesse período houve um aumento do grau de escolaridade nos grupos etários mais jovens o que fez com que os idosos passassem a representar uma proporção maior nessas categorias. Além disso, a proporção de idosos entre os mais escolarizados aumentou principalmente na região Sudeste, em função do aumento da expectativa de vida, mais frequente entre os mais escolarizados.

O Índice de Envelhecimento da população (Ind010104), uma medida que considera apenas os dois grupos etários extremos (número de pessoas residentes de 60 e mais anos de idade / número de pessoas residentes com menos de 15 anos de idade*100), mostra a velocidade desse processo. O indicador aponta que houve um aumento no índice de envelhecimento da população brasileira de mais de 40% entre os anos de 2001 (31,7%) e 2009 (46,8%). Sendo inferior a 30% na categoria com menor escolaridade (0-3 anos) e, acima de 40% na categoria de 4 a 7 anos de escolaridade. 
As regiões Sudeste e a Sul foram as que apresentaram os maiores índices de envelhecimento em 2009, 58,8% e 55,9%, respectivamente. Essas mesmas regiões foram as que apresentaram as maiores variações nos índices de envelhecimento entre os anos de 2001 e 2009 na categoria de maior escolaridade (4-7 anos): 27,3% (Sudeste) e 22,0% (Sul). E isso sugere que existem desigualdades regionais a serem investigadas, pois nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a variação do índice de envelhecimento foi bem inferior: 6,5%, 6,3% e 16,4%, respectivamente,na mesma categoria de escolaridade.

Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 2025 o Índice de Envelhecimento será, provavelmente, três vezes maior do que aquele observado em 2000. Na população brasileira haverá mais de 50 adultos com 65 anos ou mais, por cada conjunto de 100 jovens menores de 15 anos.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

trabalho lins geografia



Grupo:Allison Marcena,Antonio junior e Pedro Fedrigo



Poluição de mananciais


A situação dos recursos hídricos no Brasil é crítica.

O país tem oito por cento de toda água doce do planeta, mas seus mananciais estão ameaçados pelo esgoto sem tratamento, pelo aumento da demanda e pelo desperdício. Um panorama atual da questão foi traçado no Relatório Nacional sobre Gerenciamento da Água no Brasil, recém-elaborado pelos professores Carlos Eduardo Tucci, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Oscar Cordeiro, da Universidade de Brasília (UnB), e Ivanildo Hespanhol, da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo aponta a inexistência de tratamento de esgoto nas cidades como a maior ameaça aos rios, lagos e lagoas do Brasil. Em 1998, a coleta de esgoto doméstico foi de 7,1 milhões de metros cúbicos por dia, dos quais apenas 2,7 milhões foram tratados. "Nas áreas urbanas, são muito raros os cursos d’água sem nenhum grau de poluição", informa o professor Oscar Cordeiro. Por isso, a cidade de São Paulo busca o líquido cada vez mais longe para abastecer sua população: mais da metade da água consumida ali vem do rio Piracicaba, no interior do estado.
Nem mesmo os aqüíferos (reservas subterrâneas de água) estão protegidos. Fossas, indústrias e pólos petroquímicos são os principais responsáveis pela poluição desses mananciais. Em Recife, os aqüíferos estão em processo de salinização. Para fugir do racionamento, famílias de classe média que moram na região litorânea da cidade cavam poços para retirar água das reservas subterrâneas. Com o uso contínuo, a tendência é que a água do mar se infiltre nos poços e inviabilize seu consumo.
O racionamento é uma realidade cada vez mais presente: cerca de cinco milhões de paulistanos convivem com ele hoje. O aumento da demanda tende a agravar a situação. Metrópoles com mais de um milhão de habitantes crescem 0,9% por ano, e a população de cidades de 100 a 500 mil habitantes aumenta anualmente 4,8%. Além disso, é alta a percentagem de desperdício na distribuição de água no país. Cerca de 39,6% do líquido é perdido em vazamentos subterrâneos ou em ligações clandestinas.
Desde 1997, uma lei brasileira permite a cobrança pelo uso da água. Hoje, o consumidor paga apenas o tratamento e a distribuição, recebendo o líquido de graça. A medida, já praticada em países como França e Estados Unidos, pretende diminuir o consumo e promover o uso consciente dos recursos hídricos. "Nesses países, a cobrança surtiu efeito. Mas será inócua se não houver medidas de esclarecimento da população e conscientização ambiental", afirma Cordeiro. Atualmente, apenas o Ceará cobra por esse recurso: as indústrias desse estado pagam pela água que consomem, que não passa por nenhuma forma de tratamento.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Geografia - Prof.: Lins - 1° Ano II - Desmatamento


Desmatamento é o processo de desaparecimento de massas florestais, fundamentalmente causada pela atividade humana. O desmatamento é diretamente causada pela ação do homem sobre a natureza, principalmente devido à destruição de florestas para a obtenção de solo para cultivos agrícolas ou para extração de madeira, por parte da indústria madeireira.
Uma consequência do desmatamento é o desaparecimento de absorventes de dióxido de carbono, reduzindo-se a capacidade do meio ambiente em absorver as enormes quantidades deste causador do efeito estufa, e agravando o problema do aquecimento global.
Para tentar conter o avanço do aquecimento global diversos organismos internacionais propõem o reflorestamento, porém essa medida é apenas parcialmente aceita pelos ecologistas, pois estes acreditam que a recuperação da área desmatada não pode apenas levar em conta apenas à eliminação do gás carbônico, mas também a biodiversidade de toda a região.
O reflorestamento é, no melhor dos casos, um conjunto de árvores situadas segundo uma separação definida artificialmente, entre as quais surge uma vegetação herbácea ou arbustiva que não costuma aparecer na floresta natural. No pior dos casos, se plantam árvores não nativas e que em certas ocasiões danificam o susbtrato como ocorre em muitas plantações de pinheiro ou eucalipto.

Grupo> Yan Pinheiro, Luis Alberto e Maria Gabriela

Problemas Urbanos - Geografia / Profº Lins

Grupo: Hugo Keyserling, Wesley Gabriel, Bruno Calaça, Breno José, Pablo Lopes e Ícaro José.
Problemas Urbanos
Apontamos fatores, problemas, características, gráficos e conclusão. 



Introdução: 

O mundo está passando por um intenso processo de urbanização. Esse processo teve destaque primeiramente durante o século XVIII, nos países envolvidos na Revolução Industrial. Já nos países em desenvolvimento, a urbanização ocorreu de forma expressiva a partir da década de 1950, impulsionada pelo desenvolvimento industrial, pois as atividades industriais se expandiram por vários países, atraindo cada vez mais pessoas para as cidades.

Sem planejamento algum, foi acelerando a formação urbana em nosso País, urbanização causou problemas ambientais (florestais) e social.

Fatores:
  • No início do desenvolvimento urbano brasileiro, como afirma Mori (1999), ocorreu uma dominação política e econômica pela metrópole e posteriormente por uma sociedade local de elite. Devido a dominação das classes sociais mais elevadas, além de outros fatores como a história da formação da cidade propriamente dita, nota-se uma alienação da sociedade brasileira no que se refere às questões associadas à transformação espacial das cidades. Esta pesquisa teve como premissa o estudo do processo de formação, bem como a identificação dos fatores determinantes para o desenvolvimento urbano em uma cidade de médio porte, identificando a partir destes os principais problemas decorrentes da urbanização brasileira. Após uma avaliação das cidades do Oeste Paulista que refletiam este processo urbano, escolheu-se para o desenvolvimento deste projeto o município de Bauru. A proposta consistiu na realização de uma análise dos fatores que influenciaram no desenvolvimento urbano e as suas conseqüências nos dias atuais, possibilitando a compreensão da dinâmica e dos processos sociais que na maioria dos casos, podem resultar em fatos urbanos, além da realização de uma abordagem crítica aos processos de formação da cidade e de sua urbanização. 
Problemas:
  • Os problemas urbanos são vários e bem diversificados, as grandes cidades sofrem principalmente com as poluições, engarrafamentos, violência, desemprego, desigualdade social, locais inadequados para moradia, saúde, educação, infraestrutura, etc.
  • Os diversos tipos de poluição (hídrica, visual, do solo, sonora, atmosférica) são causados principalmente pelo modo de produção e consumo estabelecidos pelo capitalismo. A poluição atmosférica é um grande problema detectado nas cidades, o intenso fluxo de automóveis e as indústrias são os principais responsáveis pelo lançamento de gases tóxicos na atmosfera. Outros problemas ambientais decorrentes da urbanização são: impermeabilização do solo, alterações climáticas, efeito de estufa, chuva ácida, ausência de saneamento ambiental, destinação e tratamento dos resíduos sólidos, entre outros.
  • Poluição das águas:

A situação dos rios e córregos é preocupante, pois a poluição das águas afeta diretamente a saúde da população. Uma grande quantidade de lixo e esgoto é jogada nos rios, em razão da irresponsabilidade das pessoas, da falta de coleta de lixo e tratamento de esgoto.
  • Ilha de calor:

É o aumento da temperatura em determinadas partes de uma cidade, na qual a região com maior concentração predial, asfalto, vidros e concreto tem maior temperatura; enquanto que em outra parte da cidade, que tem mais áreas verdes, a temperatura é menor, com variações de até 10° C no mesmo dia.

  • Inversão térmica:

É quando a poluição do ar impede a troca normal de temperatura do ar na superfície, ou seja, o ar frio e pesado (por causa das partículas da poluição) fica em baixo e o ar quente e mais leve fica em cima.

  • Efeito estufa:

Fenômeno causado pelo aumento da temperatura no planeta em virtude dos gases poluentes emitidos pelas cidades. A camada poluente impede que o calor da atmosfera se dissipe. É chamado de estufa, pois o planeta mantém a temperatura aquecida.

  • Erosão:

Causada pelo uso e pela ocupação irregular de áreas de preservação ambiental nas grandes cidades, como encostas, margens de rios, excesso de peso das edificações, compactação do solo, etc.

  • Chuva ácida:

Causada pela poluição do ar, em que os gases poluentes reagem com a água da umidade do ar, ocasionando chuvas com presença de componentes ácidos e prejudicando plantações, edificações, automóveis e o ser humano.

  • Enchentes e desmoronamento:

As chuvas nas cidades podem causar enchentes e desmoronamentos, destruindo edificações e matando pessoas, em razão da ocupação irregular, pois as águas das chuvas não têm para onde escoar.

  • Falta de áreas verdes:

O desmatamento em áreas urbanas causa aumento da temperatura e agrava a poluição do ar.

  • Poluição visual e sonora:

As propagandas excessivas e o barulho alto dos grandes centros podem causar transtornos psicológicos na sociedade.


Características:

  • Conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente cerca de 25% da população mundial que mora em cidades vivem na absoluta pobreza.
  • Problemas em desemprego atualmente, é uma característica de nossos problemas urbanos, a taxa de desemprego é enorme, até as pessoas mais qualificadas tem problema na hora de ser empregado.
  • Transporte, também podemos citar, coletivos hoje em dia não tem segurança nas ruas, tanto como suporte e como qualificação de carteira, único transporte que podemos ter acesso fácil é o ônibus que atualmente a taxa eleva-se cada vez mais.
  • Nas ruas, passamos por violência, isso não podia existir, nosso país trabalha pelo desenvolvimento social, mas revemos cenas absurdas diante á esse fator "violência", existe trabalhos sociais para combater a violência, mas atualmente, não temos resultados.
Gráfico:


Esse gráfico está inserido os Problemas mais citados pelos cidadãos.

Conclusão:

Podemos concluir que os "Problemas Urbanos" tem que ser solucionado através de projetos sociais comunicativas, toda população tem que agir com forma devida as relações citadas, como educação, saúde, transporte e econômico.










Biocombustível | 1M2


* Biocombustíveis


Os biocombustíveis são combustíveis com fontes renováveis, obtidos a partir do beneficiamento de determinados vegetais, entre os quais podemos citar: cana-de-açúcar, plantas oleaginosas, resíduos agropecuários, eucalipto, além de muitos outros. Essa fonte de energia, de acordo com especialistas, é uma alternativa relativamente eficiente para amenizar diversos problemas relacionados à emissão de gases e, automaticamente, combater o efeito estufa. Para isso é preciso promover gradativamente a substituição do uso dos combustíveis fósseis pelos bicombustíveis, até porque o petróleo é um recurso finito e que, segundo pesquisadores, deve acabar por volta do ano de 2070.
Atualmente, a produção de energia a partir de produtos agrícolas é classificada em: etanol, biogás, biodiesel, florestas e resíduos. Em relação à produção do etanol, pretende-se obter totalmente a partir da cana-de-açúcar. O biogás é uma fonte de energia produzida de restos de matéria orgânica em fase de decomposição, como por exemplo, palhas, estercos, bagaços de diversos tipos de vegetais ou lixo. O biodiesel é uma fonte de energia obtida a partir do processamento de determinadas sementes, como de mamona, dendê, girassol, babaçu, amendoim e soja. Os óleos derivados desses vegetais podem ser usados integralmente ou agregados ao diesel (fóssil) em quantidades variadas.


Grupo:
Ítalo Costa
Gabriel Henrique
Maria Célia
Maria Eduarda
Lawanda Kelly

Transporte Público - Trabalho de Geografia


                                                     
 Grupo : Maria Clara , Thaissa C , Rayanne K. , Amanda A. , Iasmin C. , Matheus A.

Trabalho de Geografia - Professor Linz 1 ano 2



 Transporte Público

Transporte público ou transporte coletivo designa um meio de transporte no qual os passageiros não são proprietários deles, e são servidos por terceiros. Os serviços de transporte público podem ser fornecidos tanto por empresas públicas como privadas.

Transporte público urbano

Os transportes públicos numa cidade providenciam o deslocamento de pessoas de um ponto a outro na área dessa cidade. A grande maioria das áreas urbanas de médio e grande porte possui algum tipo de transporte público urbano. O seu fornecimento adequado, em países como Portugal e Brasil, é, geralmente, de responsabilidade municipal, embora o município possa conceder licenças, às vezes acompanhadas de subsídios, a companhias particulares.
O transporte público urbano é parte essencial de uma cidade. Idealmente devem constituir o meio de locomoção primário em uma cidade, garantindo o direito de ir e vir de seus cidadãos. Além disso, ao utilizar o transporte público o cidadão contribui para a diminuição da poluição do ar e sonora, do consumo de combustíveis fósseis não-renováveis e para a melhoria da qualidade de vida urbana, uma vez que menos carros são utilizados para a locomoção de pessoas. Diz-se também de sistema em que uma pessoa (ou grupo) aluga um ônibus para determinado passeio, excursão e "lota-o" de pessoas, colegas para participarem desta viagem, passeio.

A falta de transporte público no Brasil e os desafios para superar essa realidade


Enquanto São Paulo e Cuiabá são as capitais brasileiras que mais enfrentam problemas de mobilidade, em função do uso excessivo de automóveis e bicicletas, Rio de Janeiro e Curitiba são as que apresentam melhores indicadores sustentáveis, com suas ciclovias (Rio) e bom transporte público (Curitiba).
 A preocupação com o tráfego das cidades não é um assunto novo, mas vem sendo abordado com cada vez mais frequência enquanto os problemas de locomoção nos grandes centros urbanos só aumentam. A produção de pesquisas como essa se mostra necessária, principalmente em um país que ainda privilegia o transporte particular, em detrimento do público.
 Há transporte ilegal em 63%
das maiores cidades brasileiras

A solução para esse problema está bastante distante de ser encontrada, pois o transporte clandestino está fortemente ativo em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Sergipe. Nessa última, de acordo com um levantamento feito pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de Sergipe, atuam hoje no Estado, 18 cooperativas clandestinas, respondendo pelo transporte de 50% dos passageiros.
Apesar de ter havido alguns avanços nas ultimas décadas, como os sistemas de corredores exclusivos de ônibus em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, o esforço para expansão do metrô na capital paulista e a re-qualificação ferroviária na região metropolitana da cidade, a crise continua.
Para a Associação Nacional de Transporte Público, é preciso fazer com que o transporte público de qualidade seja definitivamente um direito essencial mantido para todos, em especial, para os 37 milhões de brasileiros hoje excluídos de sua utilização pelo alto custo das tarifas e pelos veículos e equipamentos inadequados às pessoas portadoras de deficiência.
Faz-se necessária uma democratização do uso do espaço coletivo, dando acesso também à utilização de ciclovias e meios de transportes alternativos, contribuindo para a chamada mobilidade sustentável.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Desenvolvimento Sustentavel - Geografia - Lins - Alunos:Lucas Tadeu, Giusep Magno, Ewerton Ribeiro, Suzany de Oliveira


Desenvolvimento Sustentável
O termo desenvolvimento sustentável foi utilizado pela primeira vez, em 1983, por ocasião da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pela ONU. Presidida pela então primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brudtland, essa comissão propôs que o desenvolvimento econômico fosse integrado à questão ambiental, estabelecendo-se, assim, o conceito de “desenvolvimento sustentável”.

Desenvolvimento sustentável significa: “Atender às necessidades da atual geração, sem comprometer a capacidade das futuras gerações em prover suas próprias demandas.” Isso quer dizer: usar os recursos naturais com respeito ao próximo e ao meio ambiente. Preservar os bens naturais e à dignidade humana. É o desenvolvimento que não esgota os recursos, conciliando crescimento econômico e preservação da natureza.

A primeira etapa para conquistar o desenvolvimento sustentável é reconhecer que os recursos naturais são finitos. Usar os bens naturais, com critério e planejamento. A partir daí, traçar um novo modelo de desenvolvimento econômico para a humanidade.

Confunde-se muito desenvolvimento com crescimento econômico. São coisas distintas: desenvolvimento que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais, que as atividades econômicas são incentivadas em detrimento ao esgotamento dos recursos naturais do país, é involução. É insustentável e está fadado ao insucesso. Desenvolvimento sustentável está relacionado à qualidade, ao invés da quantidade, com a redução de matéria-prima e produtos. Implica em mudanças nos padrões de consumo e do nível de conscientização.

       Sugestões para o desenvolvimento sustentável:

-  Reciclagem de diversos tipos de materiais: 
reciclagem de papel, alumínio, plástico, vidro, ferro, borracha, etc;
- Coleta seletiva de lixo;
- Descarte de baterias de celulares e outros equipamentos eletrônicos em locais especializados;
- Geração de energia através de fontes não poluentes como, por exemplo, eólica, solar e geotérmica;
- Substituição gradual dos meios de transportes individuais por coletivos;
- Criação de sistemas urbanos (ciclovias) capazes de permitir a utilização de bicicletas como meio de transporte eficiente e seguro;
- Combate ao 
desmatamento ilegal de matas e florestas;
- Criação de áreas verdes nos grandes centros urbanos;
- Manutenção e preservação dos ecossistemas;
- Implantação, nos grandes centros urbanos, da técnica do 
telhado verde.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

(1º Postagem de geografia-Líns-1ºano II- do 3º Bimestre). Energia Eólica.


Colégio: QI Questão de Inteligência.

Grupo: Higor Fernandes, Isabelle Mello, Jean Correia de Moura, Larissa Alves, Natalia Maria, Rayssa Andrade, Vitória Teixeira.
1ºano II manhã.




                                    Energia eólica:
                     

 
Definição:  A energia eólica é a energia que provém do vento. O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento.Denomina-se Também energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cataventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.


Características;
 
 
*Conversão em energia mecânica:A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barco impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.
 
 
 
*Conversão em energia elétrica:Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores - grandes turbinas colocadas em lugares com muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica.

A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito estufa. Em países como o Brasil, que possuem uma grande malha hidrográfica, a energia eólica pode se tornar importante no futuro, porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e que também vai ficar cada vez mais controlado. Em países com uma malha hidrográfica pequena, a energia eólica passa a ter um papel fundamental já nos dias atuais, como talvez a única energia limpa e eficaz nesses locais. Além da questão ambiental, as turbinas eólicas possuem a vantagem de poderem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados, não sendo necessário a implementação de linhas de transmissão para alimentar certas regiões (que possuam aerogeradores).
 
 
*Energia eólica no Brasil:O Brasil possui grande potencial em energia eólica. Segundo Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, publicado pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobrás, o território brasileiro tem capacidade para gerar até 140 gigawatts, mas atualmente a capacidade instalada é de 1 GW, o que representa menos de 1% do potencial.Por outro lado, o potencial eólico brasileiro é mais de todo o potencial elétrico instalado no país atualmente.A maior fonte de eletricidade do Brasil são as usinas hidrelétricas. Um estudo indica que o país poderia substituir a energia térmica pela energia eólica. Isso porque as usinas térmicas só são acionadas durante os períodos de seca, quando os rios ficam mais baixos e as hidrelétricas são insuficientes para produzir toda a energia consumida. Porém, é justamente nesse período que o regime de ventos no Nordeste é mais intenso.O maior centro de geração de energia eólica do país é o Parque eólico de Osório, localizado no Rio Grande do Sul, com a capacidade de gerar até 150 MW. Mas um complexo de 14 parques eólicos na Bahia deve entrar em operação em julho de 2012 e será ainda maior, podendo produzir até 300 MW.A previsão é que a participação da fonte de energia eólica na matriz energética brasileira continue crescendo, como vem acontecendo no resto do mundo, apresentando taxas de crescimento médias de potência instalada superiores a 20%.

*Energia eólica no mundo  e Perspectivas Futuras:  A energia eólica vem crescendo muito nesses últimos anos e, todo o mundo.Na crise energética atual, as perspectivas da utilização da energia eólica são cada vez maiores no panorama energético geral, pois apresentam um custo reduzido em relação a outras opções de energia.Embora o mercado de usinas eólicas esteja em crescimento no Brasil, ele já movimenta 2 bilhões de dólares no mundo. Existem 30 mil turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo, com capacidade instalada da ordem de 13.500 MW.A energia eólica pode garantir 10% das necessidades mundiais de eletricidade até 2020, pode criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir a emissão global de dióxido de carbono na atmosfera em mais de 10 bilhões de toneladas.

 


*Os 10 países líderes em energia eólica(Capacidade Eólica Acumulada):






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 - China:Dona de 1/4 da capacidade eólica mundial, a China é o país líder em investimento no setor, com 62,7 mil megawatts (MW) instalados (26,3 % participação global) entre 1996 e 2011. Trata-se de 40 vezes a capacidade eólica total do Brasil, de 1,5 mil MW. De acordo com o relatório do GWEC, no ano passado, o gigante asiático também tomou a frente do processo de expansão, instalando mais 18 mil MW, quase metade do total mundial registrado no período. Por trás do desempenho chinês está a necessidade do país de superar sua dependência energética do petróleo e reduzir as emissões de gases que contribuem para o aquecimento global, garantindo, assim, um abastecimento limpo para sustentar seu crescimento.

2 - Estados Unidos:Os Estados Unidos aparecem em segundo lugar no ranking do GWEC, com uma capacidade eólica acumulada de 46,9 mil MW, o que corresponde a 19,7% do total mundial. Nem mesmo a repercussão prolongada da crise financeira e as incertezas em relação a políticas ambientais de médio e longo prazo diminuíram o ritmo de investimento em energia renovável na terra do Tio Sam. Em 2011, o país foi responsável pelo segundo maior investimento no setor, instalando 6,8 mil MW, cerca de 17% do crescimento da eólica verificado no mundo de janeiro à dezembro.
3 - Alemanha:No terceiro lugar do ranking, a Alemanha registra uma capacidade eólica total de 29 mil MW, respondendo por 12,2% do acumulado mundial. A Alemanha também foi o quarto país que mais contribuiu para o crescimento do setor no ano passado, com mais 2,086 MW instalados, representando 5% da participação global. A conversão para energia limpa garante não só a redução das emissões de gases nocivos ao planeta como a geração de novos postos de trabalho. Na última década, mais de 300 mil vagas foram criadas no agitado mercado de energias renováveis do país.
4 - Espanha:Em quinze anos, a capacidade total instalada de energia eólica espanhola atingiu 21,6 mil MW, o que representa 9,1% do potencial dos projetos eólicos mundiais. Apesar da crise, em 2011 o país teve o sétimo maior crescimento do setor, registrando aumento de mil MW de capacidade e uma participação global de 2,5%.
5 - Índia :Os ventos também sopram positivamente para a Índia, que soma 16 mil MW em projetos eólicos, o quinto maior desempenho mundial, com participação de 6,7%. No ano passado, o país registrou aumento de 3 mil MW, cerca de 7% do total investido no mundo, ficando com o terceiro melhor desempenho.
6 - França:A sexta colocação no ranking do GWEC foi para a França que, entre 1996 e 2011, acumulou uma capacidade eólica total de 6,8 mil MW, o que representa 2,9% de participação mundial.No ano passado, como seus antecessores e a despeito da crise, o país também teve um bom desempenho - instalou mais 830 MW, respondendo por 2% do crescimento mundial do setor no período.
7 - Itália :A Itália é o sétimo líder em energia eólica no mundo, somando 6,7 mil MW em capacidade instalada, com participação mundial de 2.8%. Já em relação à expansão, entre janeiro e dezembro do ano passado, o país caiu para o oitavo lugar, com um total de 950 MW, o que representa 2.3% dos investimentos mundiais no período.
8 - Reino Unido:Marcando presença entre os maiores e mais agressivos mercados de eólica, o Reino Unido possui a oitava maior capacidade total instalada ao longo de 15 anos. São 6,5 mil MW em projetos eólicos que, ao todo, respondem por 2,7% da participação mundial. Em 2011, o país registrou um aumento de 1,3 mil MW, cerca de 3,1% dos investimentos globais totais no mesmo período.
9- Canadá:Segundo o GWEC, o Canadá é o nono país com maior capacidade eólica instalada. O país acumula um total de 5,2 mil MW, representando 2,2% do potencial mundial. Em 2011, o Canadá apresentou a sexta maior expansão no período, com a soma de mais 1,2 mil MW, respondendo sozinho por 3,1% do crescimento mundial total no período.
10 - Portugal:Na décima posição do ranking, mas ainda entre os líderes, aparece Portugal. Sozinho, ele responde por 1.7% da capacidade de geração eólica total instalada do mundo. Ao todo, o país acumula 4 mil MW em projetos eólicos, quase o triplo da capacidade instalada do Brasil, de 1,5 mil MW.
 
 
*A mais bela (e impraticável) ponte com energia eólica do mundo:
 
Um trio de arquitetos italianos projetou a mais bela ponte capaz de também aproveitar a energia dos ventos. O problema é que a ideia, segundo especialistas, além de inspiradora, é impraticável. A ponte foi desenhada por Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino para um concurso de arquitetura na Itália. O projeto é ousado. A ponte teria as pistas tradicionais para automóveis. Embaixo, ao longo dos pilares, grandes estruturas circulares comportariam cataventos com tamanhos variados, para captar a energia dos ventos. Mas não funcionaria. Por algumas razões.
- O atrito do ar com a estrutura e as turbinas provocaria enorme turbulência na ponte
- A estrutura adicional para sustentar as turbinas tornaria a ponte cara demais
- As turbinas penduradas têm uma manutenção caríssima. Além disso, por terem tamanhos diferentes, a manutenção com troca de peças também seria anti-econômica
- As turbinas precisam estar a 80 metros de altura para gerar bastante energia. Construir uma ponte com uma altura dessas raramente compensa.